Assunção diz que a hora é de conversar

O volante Marcos Assunção não quer ver o Palmeiras no olho do furacão. Um dos líderes do elenco palmeirense, ele acha que os jogadores precisam conversar entre si para evitar que o time caia de rendimento no Campeonato Brasileiro - já são três jogos sem vitória.

Paulo Galdieri, O Estado de S.Paulo

17 de agosto de 2011 | 00h00

Mesmo com os comentários de que o elenco está dividido e, por isso, o futebol da equipe deu uma caída, o jogador prefere acreditar numa solução conjunta. "Eu não percebi nada, mas se a gente tem problema (de relacionamento), tem de resolver isso logo", disse Marcos Assunção.

Embora tenha dito que não vê nada de diferente na rotina do elenco -"Estamos brincando, fazendo as coisas da mesma maneira"-, ele afirma que é Luiz Felipe Scolari quem tem mais capacidade para detectar problemas entre os jogadores. "Ele é o treinador e, de repente, notou alguma diferença que eu não notei", completou.

O experiente jogador de 35 anos costuma dar entrevistas em momentos mais delicados e geralmente chama a responsabilidade para si. Essa função, diz ele, é uma obrigação para os atletas mais rodados, como ele e Marcos. "Temos de ter essa responsabilidade. Os mais novos, por não terem vivido essas situações antes, podem ficar um pouco assustados."

O Palmeiras enfrenta o Bahia amanhã, às 21 horas, no Estádio do Canindé.

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