Até parceiro força a venda de Neymar

Está cada vez mais difícil segurar Neymar na Vila Belmiro. Wagner Ribeiro, empresário do jogador, e Neymar da Silva Santos, seu pai, já deixaram claro que entendem ser esse o momento ideal para o atacante tentar brilhar na Europa. Quem também entrou na discussão para pressionar o presidente do Santos, Luís Álvaro de Oliveira, a aceitar a milionária oferta do Chelsea é o grupo Sondas, dono de 40% do contrato do jogador.

Daniel Batista, O Estado de S.Paulo

23 de julho de 2010 | 00h00

Um representante do grupo confidenciou ao Estado que a empresa estaria disposta a receber menos de sua parte para ter a negociação feita. O Chelsea ofereceu 20 milhões (R$ 45,9 milhões). O Santos disse "não" e afirmou que Neymar só será negociado pelo valor integral da multa rescisória: 35 milhões (R$ 80,4 milhões). Oficialmente, se alguém pagar a multa, o Sondas recebe 14 milhões (R$ 32,1 milhões). "Mas por uns dez 10 milhões (R$ 22,6 milhões), a gente faz negócio", disse o representante da empresa, abrindo mão de quase um terço do que tem direito.

O Chelsea teria de subir sua oferta em mais 11 milhões (R$ 25,2 milhões). Isso se o Santos não abrir mão de nada. Representantes do Sondas acreditam ser pouco provável que uma proposta maior apareça.

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