Atentado atrapalhou estreia marfinense, diz Drogba

Considerada favorita ao título da Copa Africana de Nações, a Costa do Marfim não passou de um frustrante empate contra Burkina Fasso, com quem ficou no 0 a 0 nesta segunda-feira. Para o atacante Drogba, a grande estrela do futebol marfinense, o atentado contra a seleção de Togo na última sexta-feira atrapalhou a estreia de sua equipe.

AE-AP, Agencia Estado

11 de janeiro de 2010 | 18h10

A delegação de Togo foi atacada na região de Cabinda, em Angola, mesmo local onde a Costa do Marfim está concentrada e onde jogou nesta segunda-feira. O atentado provocou três mortes e também foi responsável pela saída da seleção togolesa, que desistiu de disputar a Copa Africana - mesmo assim, a competição continuou normalmente.

"Foi uma estreia difícil. Após o que aconteceu há alguns dias, foi difícil se concentrar. Fizemos nosso melhor. Mas eles jogaram com dez jogadores na defesa", admitiu Drogba, astro da seleção da Costa do Marfim e do Chelsea. "Não iremos esquecer o que aconteceu (com Togo), mas a competição começou e temos que focar nas partidas."

Com a saída de Togo, o Grupo B da Copa Africana ficou com apenas três equipes. Assim, a Costa do Marfim fará apenas mais um jogo na primeira fase da competição. Será na sexta-feira, contra Gana, novamente em Cabinda. E a seleção marfinense, que será rival do Brasil na Copa do Mundo, precisará da vitória para evitar a eliminação precoce.

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