Ativistas querem homenagem a mortos de Munique na Rio-16

Depois de tentarem sem sucesso incluir na cerimônia de abertura da Olimpíada de Londres um minuto de silêncio pelos 11 israelenses mortos nos Jogos de Munique-72, ativistas disseram na quarta-feira que vão tentar ter mais sorte para os Jogos do Rio de Janeiro, em 2016.

ORI LEWIS, Reuters

12 de setembro de 2012 | 19h03

As viúvas Ankie Spitzer e Ilana Romano, representando as famílias dos israelenses mortos em Munique, disseram que o Comitê Olímpico Internacional (COI) rejeitou repetidos pedidos para uma celebração oficial.

Antes da Olimpíada de Londres, encerrada em agosto, personalidades internacionais, inclusive o presidente dos EUA, Barack Obama, defenderam a homenagem pelos 40 anos do ataque, cometido por militantes palestinos. Um policial alemão também morreu no incidente.

"Ainda temos muito por fazer até o Rio, mas estou absolutamente confiante de que no Rio o círculo se fechará", disse Spitzer à Reuters após uma cerimônia em Tel Aviv que encerrou a série de homenagens aos 11 israelenses mortos na Vila Olímpica de Munique.

"Na minha opinião, já foi uma grande vitória que tanta gente no mundo todo tenha lembrado, e que em tantos parlamentos e em tantos cantos do mundo as pessoas tenham ficado de pé num minuto de silêncio", disse ela.

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