Atletas acreditam em dureza ainda maior em Londres

As jogadoras da seleção brasileira saíram do Mundial com uma certeza: a de que se o time vai ter de suar muito para ser bicampeão olímpico. Segundo elas, as rivais evoluíram, o que aumentará a concorrência para as posições no pódio. "Neste Mundial o nível das equipes melhorou muito. Foi muito mais difícil que na edição anterior", avalia a ponta Jaqueline.

Valéria Zukeran, O Estado de S.Paulo

17 de novembro de 2010 | 00h00

Para ela, a seleção vai ter de estudar o triplo se quiser repetir o feito de Pequim em Londres. A jogadora também ressaltou o surgimento de Natália e de outras jogadoras, como a oposto norte-americana Destinee Hooker.

A líbero Fabi afirmou que algumas seleções que não estavam em evidência mostraram força. "Um exemplo é a própria Rússia, que não estava no cenário. Cuba também veio muito forte, com um time jovem. Isso sem falar na Alemanha e na Itália.""

Natália, jogadora mais valorizada no Mundial, alerta: o Brasil não pode se acomodar. "A gente está vendo outros times crescendo. Vamos ter de melhorar tanto na parte técnica quanto física."

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