Atletas do Taekwon-dô tentam receber

Depois de muitas promessas da Confederação Brasileira de Taekwon-dô, os seis atletas brasileiros olímpicos (três titulares e três reservas) que assinaram contrato em janeiro para receber R$ 1,5 mil e 400 reais e não viram o dinheiro, tentam resolver esse imbróglio numa reunião nesta sexta-feira, em São Paulo (SP).Aos titulares Diogo Silva, Natália Falavigna e Marcel Wenceslau, a CBTKD deve R$ 8 mil; aos reservas Márcio Wenceslau, Carlos Costa e Marriane Hörman, mais de R$ 2,8 mil.Os dirigentes responderam aos protestos dos atletas Natália e Diogo feitos na Olimpíada de Atenas, em agosto. Yong Ming-Kim, o presidente da CBTKD, disse não saber aonde foi parar o dinheiro. E há um mês prometeu que reivindicaria do setor financeiro que pagasse aos atletas o que faltava.A entidade alega que a maior parte da Lei Agnelo/Piva é usada na organização de campeonatos e promoção de intercâmbios. No entanto, atletas reclamam que nos intercâmbios, que teriam despesas pagas, tiveram de levar barraca para dormir e não tinham dinheiro para comer.

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