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Atletismo segue na luta por índices

Uma etapa do Grand Prix Sul-Americano, em Cochabamba (BOL), no fim de semana, e o Troféu Brasil de Atletismo, entre os dias 3 e 6, no Ibirapuera, em São Paulo, são torneios em que os atletas brasileiros ainda tentarão obter o índice olímpico. O prazo para definir a delegação é 11 de julho, mas após essas duas provas a opção será competir na Europa. O técnico Carlos Alberto Cavalheiro acha que o Brasil, hoje com 32 atletas, pode chegar a 40. ?Todo mundo vai atrás de índice, inclusive o Claudinei. Cochabamba é um bom lugar para os velocistas por causa da altitude?, disse o técnico Jayme Neto Jr., que esteve com o revezamento 4 x 100 m na conquista da prata nos Jogos de Sydney (2000) e no Mundial de Paris (2003). Claudinei Quirino da Silva, prata nos 200 m no Mundial de Sevilha (99), precisa confirmar o índice na distância, que obteve em 2003. Está sob pressão. Voltou a entrar em forma após uma parada de 18 meses por cirurgia no púbis e tendinite. ?Primeiro, perdeu a condição física; depois, a confiança.? Para Jayme, ele pode fazer o índice em Cochabamba, longe do Brasil. Outro que queria ter repetido o índice nos 100 m antes do Troféu Brasil é Edson Luciano Ribeiro, medalhista olímpico e mundial com o 4 x 100 m. ?Fiquei 45 dias parado por causa de lesão. Espero sair de Cochabamba ou do Ibirapuera com a marca.?

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