Bábby tenta levar Mogi aos playoffs

Já faz algumas temporadas que Baby se tornou Bábby, atendendo à orientação da mesma numeróloga que sugeriu que Caca passasse a ser Kaká. Mas só agora o pivô que veste a camisa 66 do time de Mogi das Cruzes, número escolhido para melhorar a comunicação com o público, voltou a se destacar. O pivô de 2,10m é um dos melhores reboteiros do Novo Basquete Brasil, ao lado de Felipe, do Basquete Cearense. Recupera nove bolas por jogo.

O Estado de S.Paulo

16 de março de 2013 | 02h02

O desempenho de Bábby, hoje com 31 anos, será importante para o time de Mogi, que ocupa a 13.ª posição e precisa ficar entre os 12 para avançar aos playoffs. Hoje, a partir das 19 horas, a equipe recebe o Minas Tênis.

Desgostoso com o basquete brasileiro, Bábby parou por um ano. "Precisava de um tempo para repensar várias coisas'', diz. Ele chegou a ficar oito meses sem receber no Flamengo e quase foi mandado embora do Paulistano quando sua mulher estava grávida da pequena Isadora, hoje com três anos. "Quando fui para os Estados Unidos, achava o basquete brasileiro precário. Havia feito um contrato com o Corinthians de Santa Cruz do Sul e recebi apenas um mês. Voltei depois de dez anos e certas coisas não mudaram.'' / ALESSANDRO LUCCHETTI

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