Barcos 'dribla' Marcos Assunção e cobra o pênalti

Atacante argentino disse que treina todos os dias e por isso se sentiu confiante para bater e fazer o 2º gol do time

O Estado de S.Paulo

18 de fevereiro de 2012 | 03h02

O atacante Hernán Barcos a cada dia demonstra mais atitude com a camisa do Palmeiras. Na quinta-feira, deixou claro para os jornalistas que não gosta de brincadeiras e apelidos. Ontem, não deu bola para Marcos Assunção e cobrou o pênalti que resultou no segundo gol.

"Eu sempre gostei de bater pênaltis e tenho personalidade para bater. Treino todos os dias. Por isso peguei a bola e bati", explicou o argentino. Felipão enche a bola do jogador. "Ele tem algumas características boa para o time. Sabe segurar bem a bola."

O argentino admite que o início de trajetória no clube está melhor do que esperava. "A relação com o clube começou muito bem e espero continuar assim por muito tempo", disse.

Outro que também ganha créditos a cada dia que passa no clube é Arthur. Embora seja lateral-direito, ele marcou o terceiro gol pelo clube, mas saiu machucado. "Estou aqui para ajudar seja marcando ou fazendo gols. Estou feliz pelo gol e quando deixei de estar 100% fisicamente, eu sai para a entrada do João Vitor."

Felipão mais uma vez evita euforia. "No ano passado também estávamos bem nessa fase do campeonato", lembrou.

Wesley. A novela da contratação de Wesley era para acabar ontem, mas não acabou. O presidente Arnaldo Tirone, não joga a toalha e tenta convencer os alemães a esperar mais alguns dias antes de cancelarem o negócio.

O Palmeiras tem nas mãos cerca de R$ 2,5 milhões para investir, mas teria que pagar agora R$ 4,5 milhões, além de R$ 500 mil de despesas bancárias e de impostos. "Pedimos um tempo maior para conseguir o dinheiro e estamos vendo uma forma de fazer a conta fechar", disse o presidente palmeirense.

O acordo entre Werder e Palmeiras foi de 6 milhões (R$ 13, 5 milhões), a serem pagos em três parcelas iguais, por 100% dos direitos do atleta. O Palmeiras não tem todo os 2 milhões (R$ 4,5 milhões) da primeira parcela. O investidor que ajudaria na compra de Wesley recuou.

Tirone fez uma nova oferta aos alemães e ofereceu 4,5 milhões (R$ 10,1 milhões) por 70% do jogador, mas eles recusaram.

O dirigente chegou a pedir ajuda para o grupo de torcedores "Eternos Palestrinos", mas também não teve êxito. /D.B.

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