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Basquete: americanas são tricampeãs

A seleção americana feminina de basquete salvou o país de um vexame em Atenas, ao conquistar hoje a medalha de ouro no torneio olímpico de forma invicta - o Dream Team masculino foi derrotado pela Argentina e não avançou à decisão. O time dos sonhos, que competiu pela primeira vez em Barcelona, em 1992, com os astros da NBA, era invicto em Olimpíadas. Antes de cair diante dos argentinos, já havia perdido para Porto Rico e Lituânia. As americanas, que venceram a Austrália por 74 a 63 (29 a 26), somam o quinto título olímpico, e o terceiro consecutivo. O verdadeiro Dream Team é feminino. Os Estados Unidos comandaram o placar no primeiro quarto quanto fizeram 17 a 14. Na segunda etapa, chegaram a abrir vantagem de 21 a 14 e depois de 25 a 17. As australianas conseguiram encostar no marcador e a série terminou empatada em 12 a 12 (29 a 26). Logo no início do terceiro quarto, as australianas empataram em 29 a 29 e viraram o placar em 31 a 29 e 34 a 30. Faltando 5m08 para o término do terceiro quarto, os EUA voltaram a ficar na frente (39 a 38 e 41 a 38) e disputa foi ponto a ponto até 52 a 50. O placar desta etapa foi favorável às australianas: 24 a 23. Na última série, no entanto, elas começaram mal. Fizeram um ponto nos 4 minutos iniciais e a vantagem americana subiu para 10 pontos. Quando faltava 54 segundos para o final do jogo, os EUA tinham 70 a 61. Tina Thompson (18 pontos), Dawn Staley (14) e Lisa Leslie (13) foram os destaques americanos. Tina chorou ao receber a medalha de ouro. Já a estrela australiana Lauren Jackson, 23 anos, 1m95, média de 24,4 pontos por partida, não foi bem. Fez 12 pontos e não levou sua seleção ao primeiro título olímpico - em sua casa, em Sydney, em 2000, perdeu o ouro para os EUA. A cestinha australiana foi Penny Taylor, com 16 pontos. A genial pivô Lisa, de 32 anos, disputou sua segunda decisão olímpica com a possibilidade de se converter ma maior pontuadora das finais. Precisava de 16 ponho. No final, faltaram 3. Sua performance esteve bem abaixo da que obteve na final em Atlanta, em 1996, quando marcou 29 pontos diante do Brasil. Em Sydney, anotou 15. Se não for a próxima edição em Pequim, em 2004, seguira como a segunda maior cestinha olímpica (44 pontos), atrás da soviética Uliana Semenova. Leslie terminou os Jogos com um total de 112 pontos. Rússia ficou com o bronze e subiu ao pódio pela primeira vez como país independente. As russas superaram as brasileiras por 71 a 62 (32 a 32) na decisão do bronze. A República Checa ganhou da Espanha (79 a 78) e terminou em quinto. As gregas ficaram em sétimo, ao vencerem a Nova Zelândia (87 a 83). China ganhou a disputa do nono lugar contra o Japão (82 a 63). E a Nigéria obteve a melhor colocação da história de uma seleção africana: 11.ª. Até então, ficavam sempre no último lugar. A lanterna desta vez ficou com a Coréia que perdeu para as nigerianas (68 a 64).

Agencia Estado,

28 Agosto 2004 | 11h53

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