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Bernardinho continua na seleção e no Rexona

Sossego, definitivamente, é um termo incompatível com Bernardinho. Ontem, por ocasião do treino da seleção brasileira masculina de vôlei, no Rio, o treinador decretou o seu dia do "fico". O discurso, durante a Olimpíada, era de reavaliação. Bernardinho dizia que precisava diminuir o volume de trabalho. Ameaçou abrir mão da seleção ou do time feminino do Rexona, mas mudou de idéia. A renovação da seleção virou obsessão para o treinador. "Sou movido a desafios. A pressão será enorme, e trabalhar sob pressão é gostoso. Vivemos o ciclo 2012 (Londres)", disse o técnico medalhista de prata em Pequim. Há uma semana, ele se reuniu com a diretoria do Rexona. Motivado com o ouro da seleção feminina, o clube não quer se desfazer do treinador. Dia 1º, será a vez de formalizar a permanência à frente da seleção. "Teremos uma reunião na CBV para falar de renovação. A intenção é permanecer. Nunca disse que sairia. Disse que queria rever a minha vida. Precisamos conversar, mas a tendência é ficar."Tanto é verdade o seu desejo de conciliar clube e seleção que Bernardinho não pára de fazer planos. Amanhã, o Brasil estréia na Copa América, em Cuiabá, contra o México. Do time que disputou os Jogos Olímpicos, seis jogadores foram convocados: Serginho, Dante, Murilo, Bruninho, André Nascimento e Rodrigão. Do restante, três são estreantes: Gustavão, Daniel e Leandrão. Thiago Alves, Chupita, Leandro, Eder, Alan e Lucas completam a lista .

Hilton Mattos, O Estadao de S.Paulo

23 de setembro de 2008 | 00h00

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