Divulgação/COB
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Bernardinho, Zé Roberto, Hortência, Paula e mais 6 entram no Hall da Fama do COB

Lista tem ainda Joaquim Cruz, Chiaki Ishii, Guilherme Paraense, João do Pulo, Maria Lenk, Sylvio Magalhães Padilha

Redação, Estadão Conteúdo

14 de junho de 2019 | 22h09

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) anunciou nesta sexta-feira os nomes de dez novos integrantes que foram eleitos para entrar em seu Hall da Fama em 2019. Entre eles estão Bernardinho e José Roberto Guimarães, campeões olímpicos e com carreiras altamente vitoriosas pela seleção brasileira de vôlei, além de Hortência e Paula, campeãs mundiais de basquete em 1994 e vice-campeãs olímpicas em Atlanta-1996.

A entidade também confirmou que Chiaki Ishii, primeiro medalhista olímpico do judô brasileiro, em Munique-1972; Joaquim Cruz, campeão olímpico de atletismo na prova dos 800 metros em Los Angeles-1984; e os já falecidos Guilherme Paraense (tiro esportivo), primeiro medalhista de ouro olímpico do Brasil em Antuérpia-1920; João do Pulo, duas vezes medalhista de bronze olímpico no atletismo; Maria Lenk (natação), primeira mulher sul-americana a disputar os Jogos Olímpicos, em Los Angeles-1932; e Sylvio Magalhães Padilha, primeiro sul-americano a disputar uma final olímpica no atletismo, em Berlim-1936, como outros nomes a ingressar no Hall da Fama.

"O Hall da Fama do COB pretende eternizar os atletas e treinadores que ajudaram a construir nossa história olímpica. Tenho certeza de que a história desses grandes personagens do esporte será inspiração para novas gerações", afirmou o presidente do COB, Paulo Wanderley Teixeira, ao oficializar os novos integrantes do Hall da Fama da entidade. "As homenagens estarão à mostra no Centro de Treinamento Time Brasil, futura sede administrativa do COB, em um espaço aberto à visitação pública. Mas, antes, faremos a solenidade de gravação dos moldes junto à sociedade, em eventos ao longo do ano de 2019, como forma de valorizar ainda mais esses heróis", reforçou.

Este ano o COB recebeu 23 indicações para o Hall da Fama, mas apenas 17 estavam elegíveis pelas regras da ingressas neste seleto grupo, que foi idealizado pela entidade apenas em 2018 com o objetivo de "celebrar as conquistas dos maiores atletas e técnicos do país, além de personagens que contribuíram de maneira marcante com o esporte olímpico brasileiro, promovendo o Olimpismo e inspirando novas gerações", conforme destacou o comitê nesta sexta por meio de nota publicada em seu site oficial.

"Essa é apenas a segunda seleção de nomes para o Hall da Fama que pretende, pouco a pouco, ocupar essa lacuna de reconhecimento e valorização da história olímpica do país. Em breve tenho certeza de que teremos conseguido ressaltar os feitos e glórias dos grandes atletas e treinadores brasileiros", comentou o diretor geral do COB, Rogério Sampaio, campeão olímpico de judô nos Jogos de Barcelona-1992.

Em sua primeira edição, o Hall da Fama do COB homenageou, durante o Prêmio Brasil Olímpico, em dezembro do ano passado, os seguintes nomes: Torben Grael, da vela, maior medalhista olímpico do Brasil; a dupla Sandra Pires e Jackie Silva, do vôlei de praia, primeiras brasileiras a ganharem medalhas de ouro nos Jogos; e o maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima, único brasileiro a receber a medalha Pierre de Coubertin, maior honraria do Movimento Olímpico.

José Roberto Guimarães, que está na Turquia com a seleção brasileira feminina de vôlei para as disputas da próxima semana pela Liga das Nações, comemorou a indicação do seu nome para o seleto grupo do COB. "É uma grande homenagem e fico muito feliz. Desde garoto meu sonho sempre foi representar meu país e vestir a camisa da seleção brasileira. Consegui isso como jogador e dei continuidade como técnico. Receber essa honraria do COB é um reconhecimento por todos esses anos de aprendizado representando minha nação", afirmou.

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