Bia Figueiredo minimiza problema e diz que 16.º lugar não é ruim

Brasileira foi uma das 'vítimas' da bandeira vermelha provocada pelo inglês James Jakes

Leandro Silveira, Agência Estado

04 de maio de 2013 | 19h09

SÃO PAULO - A brasileira Bia Figueiredo foi uma das "vítimas" da bandeira vermelha provocada pelo inglês James Jakes, que a impediu de dar mais voltas rápidas no treino de classificação da etapa de São Paulo da Fórmula Indy, realizado neste sábado. Apesar disso, ela se disse satisfeita com a 16.ª posição no grid de largada da quarta prova do ano e até lembrou que este é o seu melhor resultado nesta temporada.

"Foi confuso, mas acho que para mim não foi tão ruim", disse. "Claro que foi um pouco frustrante não ter a chance de ir ao Q2 (a segunda fase do treino de classificação), mas foi a minha melhor classificação do ano e tenho que tentar aproveitar essa oportunidade e ir para cima no início da prova", comentou a brasileira, que só tem contrato com a Dale Coyne até as 500 Milhas de Indianápolis.

Bia Figueiredo lembrou que o circuito de rua do Anhembi possui vários pontos de ultrapassagem e aposta na escolha da estratégia correta e também na sorte para terminar a corrida nos 10 primeiros lugares, o que nunca conseguiu na Fórmula Indy.

"No Brasil, não importa onde você larga. O Hélio (Castroneves) mostrou isso em 2012 quando largou em 20.º e ficou em quarto. É possível com um pouco de sorte e aproveitando as oportunidades", disse. "O carro está bom para a corrida", concluiu a brasileira.

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