João Pires/Divulgação
João Pires/Divulgação

Boxe: Michael Oliveira vence Junior Ramos por nocaute no 3.º assalto

Brasileiro mantém invencibilidade com sua 13.ª vitória na carreira como profissional

MILTON PAZZI JR., estadão.com.br

20 de novembro de 2010 | 22h49

SÃO PAULO - O brasileiro Michael Oliveira confirmou seu retrospecto e venceu por nocaute, no terceiro assalto, ao dominicano Junior Ramos, no Espaço das Américas, zona oeste de São Paulo, em duelo exibição pelos supermédios (até 76,204 kg) do boxe.

Com 20 anos, o pugilista paulistano (mas radicado nos Estados Unidos) segue invicto, chegando a 13 vitórias na carreira como profissional, sendo 11 por nocaute. Já o adversário dominicano perde pela sexta vez em 16 lutas.

O nocaute foi a 2min08 do fim do terceiro assalto. Após dominar os dois assaltos anteriores da luta, aberta, Michael Oliveira acertou a terceira sequência de golpes com direita e esquerda, sendo o derradeiro na cara. Junior Ramos ajoelhou e o árbitro abriu a contagem, encerrando o duelo. Segundos antes ele havia caído após uma outra série de golpes.

No primeiro assalto o domínio já tinha sido do pugilista brasileiro, na contagem de pontos, sempre atacando o adversário. O jamaicano caiu pela primeira vez a 1 minuto do segundo round, após um direto de direita na cara. Foi aberta a contagem e ele reclamou de um golpe na nuca (que pode ser ilegal). Logo depois o árbitro parou a luta por ele segurar o brasileiro

Aplaudido, Oliveira demonstrou estar razoavelmente satisfeito. "Não sei o que o público está esperando, mas dei o que pude. Queria terminar mais cedo, mas ele era forte. Agora é voltar para casa e treinar para a próxima luta. É o que treinei desde os três anos, para mim é natural", diz ele, ao SporTV, que emagreceu 10 quilos no último mês para poder disputar esta luta.

Ele promete lutar novamente no Brasil. "Vou voltar, com certeza", diz ele, que foi bastante elogiado por ex-campeões mundiais do País, como Eder Jofre (homenageado antes da luta pelos 40 anos de sua primeira conquista mundial), que o viu pela primeira vez no tablado - como boa parte do bom público que compareceu ao local da luta.

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