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Brasil aposta em técnico da Nova Zelândia no rúgbi

Reuben Samuel vai comandar a seleção feminina de Sevens

Paulo Favero, O Estado de S. Paulo

20 Outubro 2016 | 08h04

Após a participação na Olimpíada, quando a seleção masculina de rúgbi do Brasil não conseguiu vencer uma partida sequer e a feminina ganhou três jogos, a CBRu (Confederação Brasileira de Rugby) optou por manter o investimento em técnicos estrangeiros. A aposta é em dois treinadores da maior potência da modalidade, a Nova Zelândia.

“Ambos foram escolhidos depois de um intenso processo seletivo que teve profissionais de todo o mundo participando. Nos baseamos na expertise e na metodologia de trabalho para selecioná-los’’, diz Agustín Danza, CEO da CBRu. “Além de treinar as suas seleções, deverão supervisionar a detecção e desenvolvimento de talentos nos diferentes centros de Alto Rendimento espalhados pelo Brasil e também colaborar com outras seleções nacionais.”

Para comandar as mulheres foi escolhido Reuben Samuel, que foi técnico assistente das Black Ferns, a versão feminina dos All Blacks. Ele terá pela frente a disputa do Circuito Mundial de Rúgbi Sevens, modalidade olímpica, que começa em dezembro, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

“Estou muito empolgado com essa oportunidade. A experiência de trabalhar e morar em outro país, de conviver com outra cultura, será algo que vai mudar minha vida. Sei que já estão trabalhando duro e meu comprometimento será de levar o esporte para um novo estágio”, afirma Samuel.

Ele vai planejar a estratégia para o programa feminino, dos clubes até o alto rendimento, e vai colaborar com as seleções masculinas de base. “Existem algumas ótimas iniciativas no Brasil e estou feliz em poder fazer parte disso. Vou dar o melhor para que tenhamos sucesso.”

No masculino, o comando ficará a cargo de Jacob Mangin, que, apesar de não ter passagem pelos All Blacks, é da Nova Zelândia e já vinha atuando na seleção brasileira como auxiliar no rúgbi XV. No ano passado, ele ganhou o prêmio de melhor treinador no Brasil, onde vive há mais de cinco anos.

 

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