Alexandre Loureiro/COB
Alexandre Loureiro/COB

Brasil busca ao menos quatro pódios no Mundial de Canoagem Velocidade

Isaquias Queiroz está entre os destaques da delegação brasileira em Montemor-o-velho, em Portugal

Paulo Favero, O Estado de S.Paulo

22 Agosto 2018 | 05h00

O Brasil tem como meta conquistar ao menos quatro pódios no Mundial de Canoagem Velocidade e Paracanoagem que começa nesta quarta-feira em Montemor-o-velho, em Portugal, e vai até domingo. Os grandes nomes da delegação são Isaquias Queiroz, que conquistou três medalhas olímpicas nos Jogos do Rio, e Luís Carlos Cardoso e Caio Ribeiro, ambos medalhistas na última edição.

"É um momento de aferição, e assim, saberemos como estamos em relação ao resto do mundo e principalmente na caminhada para os Jogos de Tóquio, em 2020. O Mundial nos dará esta visão do panorama atual", explica Alvaro Acco Koslowski, supervisor de canoagem velocidade da CBCa (Confederação Brasileira de Canoagem).

Na canoagem velocidade, a grande aposta recai sobre Isaquias, que é considerado um fenômeno da modalidade. Ele vem trabalhando com o técnico espanhol Jesus Morlán em Lagoa Santa (MG), longe dos holofotes, e é um dos favoritos na disputa do C 1.000 m, sua especialidade.

Além dele, a delegação brasileira conta com Erlon de Souza, Maico Ferreira dos Santos, Valdenice Conceição do Nascimento, Andrea Santos de Oliveira, Angela Aparecida Elias da Silva, Edson Isaias Freitas da Silva, Vagner Junior Souta e Ana Paula Vergutz. "Projetamos um pódio, quatro atletas no top 8 e três no top 16", diz Alvaro.

Na paracanoagem, o Brasil terá sete atletas: Luis Carlos Cardoso (KL1-VL2), que ganhou ouro e bronze no último Mundial, Caio Ribeiro (KL3-VL3), que subiu ao pódio nos Jogos do Rio, Debora Raiza (KL2-VL2), Fernando Rufino (KL2), Giovane Vieira (KL3), Igor Alex (VL2) e Mari Santilli (KL3). "O Luis e o Caio vêm muito bem. E nesta edição teremos o retorno do Fernando Rufino, que volta a disputar um Mundial após três anos", afirma Leonardo Maiola, supervisor da paracanoagem na CBCa.

A expectativa é maior em relação aos atletas paralímpicos do Brasil. "Será um momento chave para ver a evolução dos nossos atletas e a relação da nossa evolução em relação às principais potências internacionais. Estamos esperando três medalhas e que todos os atletas participem das finais", completa Maiola.

 

 

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