Marwan Naamani/AFP
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Brasil busca vitória contra o freguês Chile para seguir no Mundial

Seleção masculina de handebol faz o último jogo da primeira fase contra fraco adversário para ir às oitavas e enfrentar a Croácia

Vítor Marques - Enviado especial a Doha, O Estado de S. Paulo

23 de janeiro de 2015 | 06h51

O Brasil precisa apenas cumprir a sua obrigação nesta sexta-feira para confirmar presença nas oitavas de final do Mundial masculino de handebol. Se vencer o Chile, para quem nunca perdeu, às 12 horas (de Brasília), o time ficará com o quarto lugar do Grupo A e se classificará para enfrentar a Croácia na próxima fase. 

O técnico da seleção, Jordi Ribera, ressaltou a importância de garantir a classificação. “Estamos a um jogo de ficar entre os 16 melhores. Abaixo dos 16 pode ficar uma Argentina, uma Rússia, uma Bielo-Rússia. Pela terceira vez na história podemos ir às oitavas do Mundial.”


O Brasil evoluiu no handebol masculino e comemora porque agora ao menos vende caro suas derrotas para as seleções mais fortes da Europa. “Temos de lembrar que há alguns anos perdíamos da Espanha por 14 gols, e aqui perdemos por dois. Temos de valorizar as coisas positivas”, afirmou o treinador.

Apesar de o time chileno ser fraco e ter perdido todos os jogos por grande diferença de gols, os brasileiros evitam cantar vitória. “Estamos em um Mundial e se eles chegaram aqui é porque têm méritos. Jogamos Sul-Americano contra eles e sempre são jogos equilibrados. Temos de ter concentração e respeitar a equipe do Chile”, disse o armador Zeba. 

A vantagem brasileira é que, em tese, o time de Ribera terá a chance de resolver o jogo diante do Chile com facilidade, podendo chegar mais descansado para enfrentar a Croácia. O ponta Borges, no entanto, evita falar de um confronto na próxima fase. “Primeiro temos de pensar só no Chile.”

*O repórter viajou ao Mundial a convite da Federação Internacional de Handebol

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