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Brasil celebra primeira participação no Mundial de Ciclismo de Pista

De 16 posições, equipe fica em 15ª; 'Podemos melhorar e brigar para estar entre os 10 primeiros', diz técnico Emerson Silva

Estadão Conteúdo

19 de fevereiro de 2015 | 14h41

Sem contar com um velódromo no País faltando 566 dias para o início dos Jogos do Rio/2016, o Brasil fez, na última quarta-feira, a sua primeira participação em um Mundial de Ciclismo de pista. A estreia foi com a equipe de velocidade, 15.ª colocada entre 16 países no primeiro dia da competição, em Saint-Quentin-en-Yvelines, na França.

"Conseguimos melhorar a marca que estávamos fazendo nas etapas de Copa do Mundo, entretanto sabemos que temos condições de melhorar ainda mais e brigar para estar entre os dez primeiros colocados", comenta Emerson Silva, técnico da seleção brasileira da modalidade.

Para disputar o Mundial, é necessário uma boa colocação no ranking mundial. Para tanto, é mandatório participar das etapas de Copa do Mundo. Na temporada que se encerra agora (por ser uma modalidade indoor, o ciclismo de pista tem suas principais provas no inverno do hemisfério norte), o Brasil disputou as três etapas da Copa: Cali, Londres e Guadalajara.

A equipe vem treinando na Suíça, baseada no Centro de Treinamento da União Ciclística Internacional (UCI) e ainda vai disputar outras duas provas no Mundial. Na prova de velocidade por equipes, competiram Flávio Cipriano (principal nome do País na pista), Kacio Freitas e o novato Hugo Osteti, que migrou recentemente da seleção de BMX (disputada em circuito de terra) para a de pista.

Na sexta e no sábado, Gideoni Monteiro, originário do ciclismo de estrada, participa do Omnium, prova que consiste na somatória dos pontos obtidos em seis diferentes disputas (uma espécie de heptatlo do ciclismo). Sábado e domingo, Flávio Cipriano deve brigar para ficar entre os 16 primeiros na prova de velocidade individual.

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