Brasil dá vexame e volta a ficar em penúltimo no Mundial nos saltos ornamentais

Como dono da casa, o Brasil tem vaga nas provas sincronizadas dos saltos ornamentais dos Jogos Olímpicos. Como são apenas duas duplas por disputas, a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos tem batido na tecla que o País tem "37%" de chance de pódio em cada uma destas provas. Mas a realidade é muito distante disso.

Estadão Conteúdo

26 de julho de 2015 | 12h37

Após a realização das duas primeiras provas da modalidade no Mundial de Kazan (Rússia), o Brasil coleciona dois penúltimos lugares. Neste domingo foi disputada a prova de plataforma sincronizada e a dupla formada por Jackson Rondinelli e Isaac Souza terminou na 19.ª colocação entre 20 times, à frente apenas da Indonésia.

Os brasileiros somaram 335,91 pontos, contra 443,07 da dupla da Rússia que avançou em terceiro à final. A dupla que está sendo preparada para a Olimpíada tem Jackson ao lado de Hugo Parisi, mas o veterano sofreu uma lesão na mão durante a disputa dos Jogos Pan-Americanos e preferiu se poupar desta prova no Mundial.

No trampolim feminino, no sábado, Tammy Galera e Juliana Veloso também haviam ficado no penúltimo lugar entre 19 duplas competidoras. As atletas do Fluminense, que pretendem competir juntas na Olimpíada, ganharam apenas 228,87 pontos, contra 291,90 das australianas que avançaram em terceiro.

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