Ricardo Bufolin/Divulgação
Ricardo Bufolin/Divulgação

Brasil descarta jogo fácil contra a Costa do Marfim no Mundial de handebol

Seleção encara as africanas nesta segunda, às 20h, em jogo válido pelas oitavas de final

estadão.com.br

11 de dezembro de 2011 | 19h46

SÃO PAULO - A seleção brasileira espera continuar fazendo história no Mundial feminino de handebol. Depois de sua melhor campanha na primeira fase - foram cinco triunfos em cinco jogos, com direito a vitórias sobre a França e a Romênia - o time quer manter o embalo contra a Costa do Marfim nesta segunda-feira, às 20 horas, no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo.

Comandado pelo técnico dinamarquês Morten Soubak, o Brasil se garantiu nas oitavas de final como primeiro colocado do Grupo C. Enquanto a Costa do Marfim foi bastante irregular na fase preliminar e só saiu vitoriosa em duas partidas - contra a Argentina (25 a 19) e Uruguai (31 a 24) -, ficando em quarto lugar do Grupo D.

Apesar disso, Soubak descarta a ideia de um jogo fácil para as brasileiras. Ele aponta que as africanas deram trabalho para o forte time da Suécia na segunda rodada, em São Bernardo.

"Não será um adversário fácil. A Suécia conseguiu vencer a Costa do Marfim na primeira fase, mas com muita dificuldade, por apenas três gols de diferença, arrancados no fim (28 a 25)", disse o treinador.

Após bastante estudo nos últimos dias, Morten Soubak acredita ter a fórmula para vencer as adversárias e sair com a classificação para as quartas de final. "A filosofia de jogo da Costa do Marfim é defesa forte. É um time que troca a tática do sistema defensivo umas cinco vezes na partida e isso dificulta bastante para nós. Temos de estar preparados", analisou.

Ainda segundo o treinador, duas atletas merecem atenção especial: a pivô Bredou Paula Gondo e a meia-esquerda Ncho Elodie Mambo. "O time é muito forte fisicamente. Mas acredito que essas duas jogadoras darão mais trabalho do que as outras, pois são ainda mais fortes", afirmou, confiante.

Do lado marfinense, reina a tranquilidade. A equipe acredita que a responsabilidade é toda do Brasil pelo fato de jogar em casa. Além disso, já dá como cumprida sua meta no Mundial, que era passar às oitavas de final.

"Vai ser uma festa enfrentar o Brasil na casa deles. É um time com uma defesa muito forte, com jogadoras de muita garra. Vamos fazer o possível contra uma equipe que é favorita. Vencer é muito difícil, praticamente impossível", comentou o técnico Thierry Vincent.

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