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Brasil é o segundo país do mundo entre judocas mais bem ranqueados

A liderança é do Japão, mas País deixa para trás potências como a França e a Rússia

Estadão.com.br

27 de fevereiro de 2013 | 17h21

RIO - Depois do Japão, o Brasil é o segundo país com mais judocas entre os 50 melhores do ranking mundial. O levantamento foi feito pelo site especializado Judo Inside, considerado uma das referências no esporte. Na listagem mais recente divulgada pela Federação Internacional de Judô (FIJ), o País tem 44 diferentes atletas entre os líderes nas 14 categorias de peso, tanto no masculino quanto no feminino. A França está em terceiro, a Rússia em quarto e a Coreia do Sul em quinto.

 

A Judo Inside divulgou também uma análise por gênero na qual não eliminou atletas que competiram em mais de uma categoria de peso. Entre os homens, o Brasil é o terceiro do ranking com 22 nomes entre os melhores do ranking mundial. O Japão é o primeiro com 32, a Rússia é a segunda com 29, a França é a quarta com 18 e a Mongólia é a quinta com 17. No feminino, a posição é ainda melhor. Estamos em segundo lugar, ao lado da França, com 29 atletas. Mais uma vez, o Japão lidera com 33 judocas, a Coreia do Sul é a quarta com 19 e a Alemanha completa o lista com 15 atletas entre o top 50 do ranking mundial.

 

“Esses números refletem a paixão que o brasileiro tem pelo judô, afinal o esporte é praticado em centenas de cidades, em todo o território nacional, inclusive com a presença de federações em todos os estados. Mas mostram também a importância do trabalho realizado pela equipe de colaboradores da CBJ, incluindo os segmentos técnico, administrativo, patrocinadores públicos e privados, que visa dar o apoio necessário para que esses judocas se tornem atletas de alto rendimento. Chegar ao nível top 50 do ranking mundial não é fácil. É necessário muito suor, muito esforço e muita disciplina e, também, uma estrutura bem montada e um planejamento minucioso. Os atletas, técnicos, clubes e federações estão de parabéns por mais este resultado que deixa clara a importância do judô brasileiro no mundo”, disse Paulo Wanderley, presidente da Confederação Brasileira de Judô (CBJ).

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