Alexandre Loureiro/COB
Alexandre Loureiro/COB

Brasil estreia com vitórias no vôlei de praia no Pan-Americano de Lima

Oscar e Thiago e Carol Horta e Ângela estrearam com resultados positivos em Lima

Redação, O Estado de S.Paulo

24 de julho de 2019 | 15h36

O vôlei de praia do Brasil estreou com vitórias nos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru. Na estreia da modalidade, a dois dias da cerimônia de abertura do evento, uma dupla masculina e outra feminina do País venceram seus jogos com facilidade, pelo placar de 2 sets a 0.

Oscar e Thiago foram os primeiros a entrar em quadra. Pelo Grupo C, que passaram a liderar, eles derrotaram os costa-riquenhos Alpizar e Valenciano por 21/13 e 21/14. Thiago foi o destaque da partida, com 20 pontos.

"Conversamos bastante sobre a estratégia durante o jogo. Ajudamos bastante um ao outro para sair dos problemas, uma pequena dificuldade que tivemos na virada de bola. Acredito que temos que fazer um pequeno ajuste no saque, esse fundamento pode sair um pouco melhor. Quando conseguirmos ajustar isso, vamos estar prontos para os jogos mais complicados", avaliou Thiago.

Para Oscar, a vitória amenizou a pressão pela estreia da dupla, que disputa um Pan pela primeira vez. "A estreia tira um 'piano' das costas, essa ansiedade por estar logo em ação é normal, por representar o Brasil em um torneio tão especial, como os pan-americanos. Estamos felizes por esse bom começo, vamos descansar e nos preparar para os próximos desafios", comentou.

Nesta quinta, a dupla volta à quadra novamente, desta vez para enfrentar os uruguaios Vieyto e Cairus às 11h50 (horário de Brasília). Na competição feminina, Carol Horta e Ângela superaram Mannika Charles e Melanie Valenciana por fáceis 21/8 e 21/7. Nesta quinta, as brasileiras vão encarar as chilenas Maria Rivas e Maria Mardones.

Pelo formato da disputa, as 16 duplas de cada naipe (masculino e feminino) são divididas em quatro grupos de quatro parcerias cada. O primeiro colocado avança direto às quartas de final, enquanto os segundos e terceiros terão que passar pelas oitavas.

O Brasil tem uma parceria em cada naipe, como acontece com os demais países envolvidos na competição. As duas duplas decidiram entrar na disputa porque têm poucas chances de obter a vaga nos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020, que não concede classificação através do Pan-Americano. As principais parcerias do País vão disputar etapas de nível quatro e cinco estrelas (que integram a corrida olímpica) em etapas do Circuito Mundial que serão realizadas simultaneamente ao Pan de Lima.

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