Wong Maye-E/AP
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Brasil fica fora de final no bobsled, mas consegue melhor resultado da história

Edson Bindilatti, Edson Martins, Odirlei Pessoni e Rafael Souza terminam em 23º lugar, dois acima de Turim-2006

Estadão Conteúdo

25 de fevereiro de 2018 | 10h14

O quarteto brasileiro do bobsled 4-man deixou o Olympic Sliding Centre na noite de sábado (horário de Brasília) com sensações bem distintas. Por um lado, conseguiram o melhor resultado da história do País, ao terminar na 23.ª colocação. Por outro, não alcançaram o objetivo de entrar no Top 20 e ir a uma inédita final.

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O quarteto formado por Edson Bindilatti, Edson Martins, Odirlei Pessoni e Rafael Souza chegou a conseguir bons resultados nos treinamentos, mas não repetiu durante a competição. Depois de terminar o primeiro dia na 25.ª colocação, os brasileiros melhoraram um pouco, subiram dois degraus, mas não foram à final.

"Evoluímos muito neste ciclo, estamos andando muito perto das principais potências. Mesmo nos Jogos Olímpicos de Sochi, a gente ainda ficava muito distante deles e agora isso não acontece mais. Mesmo sem ter neve, os esportes de inverno estão evoluindo a cada dia no Brasil, mostrando que temos potencial", considerou Odirlei.

Na terceira bateria, o quarteto brasileiro registrou o tempo de 49s80, que, somado aos resultados da sexta, levou o País ao tempo de 2min29s49. Com isso, a equipe ultrapassou Austrália e República Checa, chegando à 23.ª posição e superando a antiga melhor colocação do Brasil no bobsled, o 25.º lugar de Turim, em 2006.

"Hoje nós mostramos que estamos evoluindo. Com essa colocação inédita, conseguimos provar que somos capazes de fazer um bom resultado, superando equipes tradicionais no bobsled mundial", apontou Odirlei.

A prova mais uma vez foi dominada pela Alemanha, que colocou suas duas equipes nas primeiras colocações, com as marcas de 3min15s85 e 3min16s38. A Coreia do Sul também registrou 3min16s38 e recebeu uma outra medalha de prata, o que fez com que não houvesse bronze na prova.

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