Brasil ganha confiança e luta por mais medalhas no judô

Na abertura do Mundial de Judô, nesta terça-feira, em Paris, a seleção brasileira conquistou duas medalhas: prata com Leandro Cunha e bronze com Sarah Menezes. Assim, o Brasil aparece em terceiro lugar no quadro de medalhas da competição, atrás apenas do Japão (duas de ouro e duas de prata) e do Usbequistão (uma de ouro).

WILSON BALDINI JR., Agência Estado

23 de agosto de 2011 | 16h52

Nesta quarta-feira, quando serão disputadas mais três categorias, o Brasil terá quatro judocas na luta por novas medalhas. Érika Miranda (até 52kg), Rafaela Silva (até 57kg), Ketleyn Quadros (até 57kg) e Bruno Mendonça (até 73kg) são os representantes brasileiros no segundo dia do Mundial de Paris.

Bronze na Olimpíada de Pequim, em 2008, Ketleyn Quadros entra no tatame para encarar logo na estreia a japonesa Kaori Matsumoto, atual campeã mundial e líder do ranking na categoria leve - a brasileira é apenas a 25ª colocada. "Ela vai ter uma final logo na primeira luta", prevê a técnica da seleção brasileira, Rosicléia Campos. "Não poderei perder a concentração um segundo", admitiu a judoca de 23 anos.

Amiga inseparável de Ketleyn, Érika Miranda caiu em uma chave mais tranquila. "Tenho certeza de que ela vai chegar (na disputa de medalhas)", disse Rosicléia, ao falar sobre a judoca que ocupa a quinta posição no ranking meio-leve (até 52kg) e ficou de fora dos Jogos de Pequim por causa de contusão. "Vou atrás do resultado", prometeu a atleta de 24 anos.

Outra que mostra determinação é Rafaela Silva, de apenas 19 anos, que foi revelada pelo Instituto Reação, dirigido pelo também judoca Flávio Canto. "Preciso continuar vencendo para continuar aumentando a casa onde moro com meu pai, minha mãe, irmã e a minha sobrinha", brincou a atleta, sétima do ranking na categoria até 57kg.

No masculino, o único representante do Brasil nesta quarta-feira, no Palais Omnisport, será Bruno Mendonça, que é o 14º colocado no ranking do peso leve (até 73kg). "Ele tem potencial para surpreender", disse o técnico da seleção brasileira, Luiz Shinohara.

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