Brasil ganha tranqüilo do Equador

A seleção brasileira feminina de vôlei massacrou o inexperiente Equador, por 3 sets a 0 (25/9, 25/10 e 25/5), durante a estréia no Torneio Classificatório para o Mundial de 2006 do Japão, nesta quarta-feira à noite, no Ginásio Poliesportivo Municipal, em Cabo Frio (RJ). Nesta quinta, às 20 horas, o Brasil volta à quadra pela segunda rodada da competição para enfrentar o Uruguai.O saque inicial do confronto da equatoriana Karla Ortiz na rede antecipou o que se veria no restante da partida. Enquanto o Equador se esforçou para mostrar pelo menos organização em quadra, as atletas brasileiras apenas treinaram. Tanto que no primeiro set, dos nove pontos marcados pelo adversário, sete ocorreram por erros do Brasil.O segundo e terceiros sets, foram uma repetição do primeiro, exceção para as modificações feitas pelo técnico do Brasil, José Roberto Guimarães, que aproveitou e fez um rodízio de atletas, testando várias formações, além de opções de jogadas. Mas, mesmo com as substituições a seleção manteve o ritmo e fechou o jogo com 25 a 10, no segundo set, e 25 a 5, no terceiro."É sempre difícil se concentrar quando o time adversário é de um nível inferior ao nosso. Mas, nossa seleção se esforçou, fez as jogadas, respeitou e não menosprezou o adversário", disse o técnico da seleção, José Roberto Guimarães.Agora, a seleção joga contra o Uruguai e a tendência é a de que ocorra uma nova vitória brasileira. Às 17 horas, a Argentina estréia na competição - folgou nesta quarta - contra o Equador. Já a seleção peruana vai descansar.Preliminar - Na abertura do Torneio Classificatório, o Peru derrotou o Uruguai, por 3 sets a 0 (25/13, 25/16 e 25/13). A seleção peruana dominou o confronto desde o primeiro minuto e em nenhum momento teve o triunfo ameaçado pelas adversárias. "Sabemos que há três campeonatos em um. O Brasil está num primeiro nível; nós e Argentina num segundo; e Uruguai e Equador aparecem num terceiro. Nosso grande objetivo é brigar pela segunda vaga com a Argentina", disse o técnico peruano, Carlos Aparicio Saldaña.

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