Marcio Fernandes/Estadão
Marcio Fernandes/Estadão

Brasil projeta revanche com Argentina em final do handebol masculino

Time brasileiro ainda tem prata de Guadalajara engasgada

NATHALIA GARCIA, Enviada Especial a Toronto, Estadão Conteúdo

23 de julho de 2015 | 17h37

Mesmo antes de conhecer o adversário da decisão do handebol masculino nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, o Brasil já vê o confronto com a Argentina como certo. Com a prata de Guadalajara (2011) ainda engasgada, a seleção sonha com a revanche e prevê um jogo bastante equilibrado no próximo sábado, às 21 horas (de Brasília).

"Uruguai seria melhor pegar por ser uma equipe mais fraca, mas certamente passa a Argentina. É um jogo só, espero que dê certo. O time que cometer menos erros vai ser campeão. Espero que seja o Brasil", afirma o meia Oswaldo.

Para o técnico Jordi Ribeira, o clássico exigirá mais atenção dos jogadores brasileiros. "É uma equipe que está há muito tempo junta. Para ganharmos, temos que estar mais concentrados, não podemos perder muitas bolas porque eles saem muito bem no contra-ataque", projeta.

O placar elástico na vitória do Brasil na semifinal por 34 a 24 esconde a realidade de um jogo brigado. O Chile sentiu a ausência de alguns de seus principais jogadores e perdeu qualidade técnica, mas tentou buscar o resultado até os minutos finais.

"Jogar com o Chile é sempre um pouco chato, eles sempre complicam um pouco o jogo com a gente. Com o passar do tempo, a gente conseguiu impor o nosso ritmo e abrir o placar", avalia o goleiro Maik, que entrou em quadra no segundo tempo.

Oswaldo adota o mesmo tom em seu discurso e ressalta o confronto de longa data entre Brasil e Chile. "O Chile é sempre um pouco complicado, a gente joga tanto conta eles que os times já se conhecem bastante. O começo foi um pouco ruim, mas conseguimos recuperar. Eles tiveram desfalques importantes que, com certeza, fizeram bastante diferença."

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