Laurent Masurel/WSL
Laurent Masurel/WSL

Brasil recebe três eventos e pode ter mais atletas na elite do surfe

Três brasileiros já estão confirmados na elite em 2016

Paulo Favero, O Estado de S. Paulo

19 de outubro de 2015 | 07h00

Com atletas de 24 países, começa nesta segunda-feira em Santa Catarina o Red Nose Pro Florianópolis, que distribui 6.000 pontos para o campeão e é a primeira etapa de três em sequência que serão realizadas no País. O evento é importante porque conta pontos para o QS, a segunda divisão do Circuito Mundial, onde se consegue o acesso para a elite na próxima temporada.

Os surfistas brasileiros estão fazendo bonito. Tanto que, antecipadamente, Alex Ribeiro, Caio Ibelli e Alejo Muniz já conseguiram matematicamente a vaga – os outros dois são Kolohe Andino (EUA), que pode se manter na elite se ficar entre os 22 no WCT, e Jack Freestone (Austrália). "Esse ano vim com outra cabeça, mais maduro e confiante", diz Alex Ribeiro.

O paulista venceu o QS 10.000 em Saquarema neste ano e garante que está motivado para a competição no Costão do Santinho. "A expectativa é grande. Estou indo com tudo, com objetivo de vencer essa etapa no lugar onde já venci o Sul-Americano Pro Júnior. É gratificante voltar a competir lá. Estou com equipamentos bons, treinando bem a parte física e estou me sentindo preparado para buscar um grande resultado. Gosto da onda de lá. É forte, não tão longa, parecida com Guarujá, onde treino bastante. É uma onda que me sinto bem."

Depois da etapa em Florianópolis, a divisão de acesso terá ainda duas etapas brasileiras antes de ir para o Havaí: o Mahalo Surf Eco Festival, em Itacaré, e o QS 10.000 de São Paulo, em Maresias. É a chance para outros atletas colocarem um pé na elite no próximo ano.

VEJA A CLASSIFICAÇÃO DO FEMININO

 

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