Brasil se aproxima da 100.ª medalha de ouro nos Jogos Sul-Americanos

No penúltimo dia de competições no Chile, País manteve vantagem na ponta do quadro

Nathalia Garcia, enviada especial , O Estado de S. Paulo

17 de março de 2014 | 23h19

SANTIAGO - No penúltimo dia dos Jogos Sul-Americanos, o Brasil se aproximou de sua centésima medalha dourada. O País contou com bons resultados da vela para somar 232 medalhas (98 de ouro, 64 de prata e 70 de bronze). A vice-liderança do quadro continua com a Colômbia, seguida de Argentina e Venezuela. A briga pelo terceiro lugar continua indefinido, já que os dois países têm 44 de ouro (os argentinos ficam à frente pelo número de medalhas de prata - 54 a 37). Aruba, enfim, faturou a sua primeira medalha com um bronze no tae kwon do. Assim, apenas a Guiana não subiu ao pódio.

Modalidade que já deu muitas conquistas olímpicas ao Brasil, a vela foi responsável por cinco medalhas nesta segunda-feira. Devido ao nevoeiro que atingiu a região de Viña del Mar, as últimas regatas foram canceladas e os resultados do dia anterior definiram os campeões. As equipes das classes Snipe (Alexandre Paradeda e Gabriel Kieling )e J24 (Samuel Albrecht, Geórgia Rodrigues, Alex Saldanha e Frederico Sidou) ficaram com as medalhas de ouro. Na Laser Standard, Matheus Dellagnelo ganhou a prata. Já os bronzes vieram na Laser Radial, com Fernanda Decnop, e na Lightining, com João Hackerott, John Bennet e Maria Hackerott.

Na esgrima, as equipes tiveram motivos para festejar após um resultado histórico. A equipe masculina no florete ganhou do Chile por 45 a 31, enquanto a feminina na espada superou a Venezuela por 45 a 42. No geral, o Brasil conquistou oito medalhas (quatro de ouro, três de prata e uma de bronze) e terminou na primeira colocação no quadro da modalidade.

Na maratona aquática, o revezamento misto na prova de 3 km foi o mais rápido. O trio, formado por Allan Carmo, Ana Marcela Cunha e Diogo Villarinho, fecharam a prova em 34min05s29. Equador e Chile completaram o pódio. Na ginástica rítmica, dobradinha com Angélica Kvieczysnki (ouro) e Natalia Gaudio (prata). Não houve disputa por equipes. No tiro , Bruno Heck chegou como favorito a uma medalha na carabina de três posições a 50 metros, mas ficou apenas em quarto lugar.

Já o tae kwon do brasileiro foi surpreendido. Esperança de medalha para o País, Guilherme Alves decepcionou e acabou derrotado pelo chileno Ignacio Puentes por 6 a 2 e ficou sem medalha. “Os três melhores da categoria caíram do mesmo lado, todo mundo sabia que dali ia sair o campeão. Acho que fiz uma luta boa e errei pouco até, mas a torcida ajudou o cara e não deu.” No feminino, Iris Tang Sing (até 49 kg) ficou com o bronze.

No futsal, o Brasil bateu o Chile por 2 a 0 e faturou a 98.ª medalha de ouro do País nos Jogos Sul-Americanos. A equipe fechou a participação com 100% de aproveitamento, vencendo Paraguai (3 a 1), Uruguai (2 a 0), Colômbia (2 a 1) e Argentina (2 a 0).

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