Brasil vai mal e fica sem medalha em Grand Slam de judô na Sibéria

Se a seleção brasileira titular do judô não teve o brilho que se imaginava nos Jogos Pan-Americanos, ainda que tenham ganhado 13 medalhas, os reservas fizeram feio no Grand Slam de Tyumen, na Rússia. Na Sibéria, nove brasileiros lutaram e nenhum chegou sequer à disputa por medalhas. Bom para a delegação que foi à Toronto e agora está ainda mais perto da Olimpíada.

Estadão Conteúdo

19 de julho de 2015 | 11h57

Os eventos da série Grand Slam são, dentre os do Circuito Mundial, os que mais rendem pontos no ranking olímpico. Só são menos valorizados que o Mundial. Por isso, o torneio na Rússia era a grande oportunidade desses judocas pontuarem bem e se esquentarem a corrida olímpica brasileira.

Mas todos falharam. Rochele Nunes, que vai ao Mundial na categoria peso pesado (+78kg) e corre atrás de Maria Suelen Altheman, perdeu nas quartas de final, para a líder do ranking mundial Song Yu, da China. Na repescagem, parou na alemã Jasmin Kuelbs, nona do mundo. A gaúcha é a 15ª.

Para o duas vezes medalhista olímpico Leandro Guilheiro, a corrida olímpica acabou. O brasileiro da categoria até 81kg perdeu na estreia para Aliaksandr Stsiashenka, da Bielo-Rússia, 25º do mundo. Desde que voltou de dois anos parado por lesão, em outubro do ano passado, Guilheiro já foi a nove torneios do Circuito Mundial e chegou ao pódio apenas de dois eventos menores.

Assim, Guilheiro é apenas o 68º colocado do ranking mundial, enquanto Victor Penalber, mesmo ainda devendo bons resultados em grandes eventos, é o sexto e deverá ir à Olimpíada.

Samanta Soares (31ª do mundo), reserva de Mayra Aguiar na categoria até 78kg, perdeu na estreia para a britânica Natalie Powell (oitava). Rafael Buzacarini (28º) caiu na estreia na até 100kg para o georgiano Aleksandre Mskhaladze (34º). Por fim, Eduardo Bettoni (39º) começou vencendo o francês Ludovic Gobert (87º), mas foi eliminado pelo alemão Aaron Hildebrand (30º) na até 90kg.

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