Brasileiras do vôlei lamentam falta de entrosamento em vitória apertada

Depois de uma vitória apertada diante de Porto Rico por 3 sets a 2 na estreia nos Jogos Pan-Americanos, as jogadoras da seleção brasileira de vôlei sabem exatamente qual a deficiência da equipe: o entrosamento. O grupo, que mescla campeãs olímpicas e atletas da nova geração, fez apenas dois treinos em conjunto em Toronto antes da partida desta quinta-feira e sabe que ainda tem muito a aperfeiçoar se quiser conquistar uma nova medalha de ouro.

NATHALIA GARCIA, Estadão Conteúdo

16 de julho de 2015 | 23h29

"Porto Rico vinha jogando com essa equipe no Grand Prix, teve um tempo melhor de preparação do que a gente. Nosso grupo sabia que ia ser um jogo difícil", afirma Fernanda Garay. E promete empenho: "Vamos buscar o máximo que a gente puder para acelerar esse processo de evolução."

Jaqueline também sentiu dificuldade no entendimento em quadra com as companheiras. "Nunca joguei com a Macris (Carneiro), só fiz dois treinos com ela. É complicado, mas a gente está aqui para jogar", diz. A ponteira tenta tirar lições da estreia apertada. "A gente viu o quanto precisa treinar. A estreia não foi fácil e o campeonato também não vai ser."

Já o técnico Zé Roberto valoriza o resultado e diz que esperava mesmo uma partida complicada. "No geral foi bom. Ganhamos com um resultado 3 a 2, mas tivemos um número enorme de erros, principalmente no saque. O entrosamento entre elas é que precisa ser um pouquinho melhor, isso já era previsto nos termos de o que cada uma jogou junto até o momento", avalia.

A equipe feminina volta a entrar em quadra no sábado, às 14h30 (de Brasília), contra a seleção peruana e fecha a primeira fase diante dos Estados Unidos na segunda, às 22 horas. A outra chave é formada por Argentina, Cuba, Canadá e República Dominicana. No masculino, a seleção brasileira estreia contra a Colômbia na sexta-feira, às 14h30. Argentina e Cuba são os outros rivais da fase preliminar.

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