Brasileiras ficam longe da briga por medalhas no tiro esportivo neste sábado

O Brasil não chegou à briga por medalhas do tiro esportivo neste sábado. As três brasileiras que disputaram as fases de classificação da modalidade foram eliminadas sem avançar à final do skeet (prova de tiro ao prato) e na carabina três posições.

Estadão Conteúdo

18 de julho de 2015 | 15h45

Daniela Carraro é a única atleta do País a competir no skeet, inclusive em competições nacionais. Por isso, ninguém tira dela a vaga (por convite) no Rio-2016. No Pan, entretanto, foi apenas a sétima colocada da fase de classificação, com 58 pratos acertados (de 75), um a menos do que a sexta colocada, que foi à final.

Na carabina três posições feminino, o Brasil foi muito mal. Rosane Ewald ficou apenas no 22.º lugar, com 555 pontos, enquanto que Raquel Gomes foi a 26.ª e penúltima colocada, com 538. O País não tem vaga olímpica nesta prova e também não deve alcançá-la na última seletiva: a Copa do Mundo de Gabala (Azerbaijão).

O ouro na carabina três posições feminino ficou com a cubana Eglys de la Cruz, enquanto que a norte-americana Hannah Black ganhou a prata e a mexicana Alexis Martinez o bronze.

O Brasil já ganhou três medalhas de ouro e uma de prata no tiro esportivo do Pan, todas em provas masculinas de carabina e pistola. Neste domingo, terá nova chance na carabina três posições masculina. Bruno Heck é candidato ao pódio, depois de fazer final em outras três provas. Ele precisa do ouro para classificar o Brasil à Olimpíada. A última medalha do tiro será no skeet masculino, em que o País tem poucas chances.

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