Brasileiro do polo aquático se envolve em caso de assédio sexual

Polícia não diz se membro da delegação é vítima ou suspeito

Marcio Dolzan, Nathalia Garcia e Paulo Favero / Enviados especiais a Toronto, O Estado de S.Paulo

24 de julho de 2015 | 11h59

Um membro da equipe brasileira de polo aquático dos Jogos Pan-Americanos se envolveu em caso de assédio sexual, informou nota do departamento de polícia de Toronto na manhã desta sexta-feira. Uma coletiva de imprensa, marcada para às 14h (de Brasília), revelerá mais detalhes do caso, que está sendo investigado pela insperatora-chefe para crimes sexuais Joanna Beaven-Desjardins. A única certeza é que o episódio envolve membros da delegação brasileira.

A nota oficial não informa o sexo e se o brasileiro é atleta, membro da comissão técnica ou até mesmo dirigente da federação de polo aquático do País. Tampouco foi divulgado se o brasileiro seria suspeito ou vítima do suposto crime sexual. As informações, desencontradas, devem ser esclarecidas na entrevista. As competições de polo aquático já terminaram nos Jogos de Toronto. O Brasil conquistou uma medalha de prata no masculino e uma de bronze no feminino. Nenhum membro da delegação se manifestou.

COB

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) afirmou apenas que ainda espera mais informações sobre o assunto. "Não temos nenhuma informação, então estamos aguardando que isso aconteça para nos manifestar", afirmou Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB). "Não sabemos se é homem ou mulher, não sabemos nada."

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