Brasileiros descartam apontar adversário preferido

Seleção tem grandes chances de enfrentar Nigéria ou Uruguai na semifinal

PAULO FAVERO - Enviado especial, Agência Estado

23 de junho de 2013 | 13h12

SALVADOR - Garantido como primeiro colocado do Grupo A na Copa das Confederações, o Brasil aguarda as partidas deste domingo para ver quem será o rival na semifinal do torneio. Apesar de que na teoria a probabilidade maior é ter um confronto com o Uruguai, os jogadores evitam opinar sobre as chances. "Não temos preferência, quem vier pela frente teremos de encarar e vencer. A seleção brasileira não pode escolher adversário", avisou Lucas.

O Uruguai vai enfrentar o fraco Taiti enquanto no outro confronto a Espanha encara a Nigéria. Se der a lógica, os sul-americanos vão golear a frágil equipe da Oceania e os europeus, atuais campeões do mundo, vão passar por cima dos africanos. De qualquer maneira, uma vitória da Nigéria combinada com vitória do Uruguai faria com que houvesse empate triplo na ponta e a decisão sairia no saldo de gols. Até o Taiti tem chances matemáticas de avançar: precisa torcer por vitória da Espanha e golear o Uruguai para tirar uma diferença de 18 gols de saldo.

De qualquer maneira, os jogadores vão esperar a definição para pensar na disputa da semifinal. "O adversário que vier vai ser sempre difícil. Temos de estar cientes disso e trabalhar para poder passar, chegar à final e ser campeão", afirmou o atacante Hulk. Curiosamente, no horário da partida a seleção estará indo para o aeroporto para voar a Belo Horizonte, palco do próximo jogo da seleção.

O meia Oscar, que caiu de rendimento no torneio, prefere não colocar mais pressão na semifinal. "Os três jogos foram muito importantes, confirmamos a nossa vitória diante de um rival complicado e estamos felizes. E agora não vai ser diferente, vai ser igual a todos os jogos, mais um decisivo, e vamos entrar pensando em vencer como fizemos nos outros", concluiu.

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