Brasileiros ressaltam que prata conquistada no badminton do Pan valem como ouro

A velha máxima que diz que nem tudo que reluz é ouro fez todo sentido nesta quarta-feira. Isso porque, apesar de o Brasil ter perdido as duas finais de duplas no badminton nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, os brasileiros fizeram história. Hugo Arthuso e Daniel Paiola, no masculino, e as irmãs Lohaynny e Luana Vicente, no feminino, conquistaram as duas primeiras medalhas de prata para o Brasil na história da competição.

MARCIO DOLZAN, Estadão Conteúdo

15 de julho de 2015 | 20h41

As irmãs Vicente foram categóricas ao destacar a importância da medalha. "Acho que é a primeira de muitas. Só de chegar à final já éramos campeãs porque nunca houve uma medalha no feminino", declarou Luana. "Somos as primeiras e esta medalha tem pra mim o peso de um ouro".

Apesar da prata e do bom momento na carreira - elas ocupam o 35.º lugar no ranking mundial de duplas -, Luana e Lohaynny não têm presença garantida na Olimpíada do próximo ano, no Rio. Por ser sede, o Brasil tem direito apenas a uma vaga no torneio de simples do masculino e uma no feminino. Para disputar a dupla, o País precisa melhorar no ranking mundial.

A medalha de prata também foi comemorada no masculino. "Como nós somos uma modalidade pequena, o Pan tem muita importância para nós. A modalidade ganha com a nossa prata e a das meninas", considerou Daniel Paiola, que formou dupla com Hugo Arthuso. "Perdemos hoje (quarta-feira), mas vamos ganhar nas próximas".

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