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Alexandre Vidal/Flamengo
Alexandre Vidal/Flamengo

Braz teme que alta do euro pese em renovação com Jesus: 'Vamos fazer nossa parte'

Vice-presidente rubro-negro ressalta que negociação para manter o técnico não será fácil; contrato vai até maio

Redação, Estadão Conteúdo

25 de abril de 2020 | 23h36

O contrato do técnico português Jorge Jesus com o Flamengo acaba em maio e a proximidade disso tem preocupado os dirigentes rubro-negros. Com a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus, uma coisa pode atrapalhar, e muito, os planos do clube: a alta do euro, que na cotação desta sexta-feira passou de R$ 6.

"Todos os esforços serão feitos de novo. O presidente (Rodolfo) Landim autorizou, estamos conversando com calma, mas aconteceu essa situação do mundo. O euro vai para mais de R$ 6. Isso é um fator ruim. Estamos analisando várias situações. Vamos fazer a nossa parte, mas não depende só do Flamengo. Dependemos também do Jorge entender o momento", disse Marcos Braz, vice-presidente de futebol do clube rubro-negro, em entrevista ao canal FlaTV.

O dirigente ressaltou que a renovação não promete ser fácil. "Vamos voltar um ano atrás, quando contratamos a comissão técnica, fizemos um esforço enorme. Tínhamos muita segurança nele, mas tínhamos que analisar a parte financeira. O presidente Landim foi fundamental por ter acreditado. Fizemos todo esforço possível, aconteceu o que aconteceu dos títulos e passou um ano. Agora, tem a situação de renovação, só que agora num quesito mais fácil. Não é no escuro como lá atrás", comentou.

Marcos Braz demonstrou cautela ao avaliar o futuro breve do futebol do clube. A última partida do Flamengo aconteceu no dia 14 de março contra a Portuguesa-RJ, no Maracanã, pelo Campeonato Carioca, já com os portões fechados por conta da pandemia. Desde então, o elenco está de férias e tem volta prevista para o dia 1º de maio. Tudo, no entanto, depende da orientação das autoridades de saúde.

"Mesmo que volte, o Flamengo dificilmente vai treinar no dia 1.º de maio. O Jorge (Jesus) vai chegar no dia 1 à noite. Vamos conversar com ele, ver a programação de treinos, e dois dias depois começaremos se tivermos a liberação das autoridades", revelou o dirigente. "Não é o Flamengo que precisa voltar. Todos os clubes precisam voltar. Os jogadores estão de férias até o dia 30 e estamos prontos, preparados. Mas não depende do Flamengo".

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