Aly Song / Reuters
Aly Song / Reuters

Bronze nos 800m no Mundial de 2017 é novo caso de doping no atletismo do Quênia

Kypiegon Bett, de 20 anos, foi campeão mundial júnior na prova em 2016

Estadão Conteúdo

27 Agosto 2018 | 09h32

Medalhista de bronze na prova dos 800 metros no Mundial de 2017, o queniano Kipyegon Bett foi suspenso por quatro anos após testar positivo para EPO. Anteriormente, ele já tinha sido punido por não ter realizado um exame antidoping.

O teste positivo foi anunciado pela Unidade de Integridade do Atletismo, que lida com casos de doping para a Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF, na sigla em inglês).

Bett, de 20 anos e campeão mundial júnior em 2016, tinha sido suspenso há duas semanas por se "recusar ou não se submeter" a um exame antidoping. E agora foi suspenso por quatro anos após conquistar o seu bronze no Mundial de Londres.

Ele é mais um queniano a enfrentar acusações de doping nos últimos meses. E, como aconteceu com Bett, diversos dos casos com atleta do país africano são de resultados positivos para EPO. Foi o que aconteceu com Asbel Kiprop, campeão olímpica dos 1.500m em 2008, Samuel Kalalei, que venceu a Maratona de Atenas em 2017, e Ruth Jebet, ouro nos 3.000m com obstáculos nos Jogos do Rio, em 2016.

Com isso, a reputação do atletismo queniano tem sido seriamente atingido pelos diversos casos de doping nos últimos anos, algo que vem sendo acompanhado por múltiplos incidentes de corrupção na estrutura para combate do uso de substâncias proibidas no esporte do país.

 
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