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Hassan Ammar/AP
Hassan Ammar/AP

Campeão olímpico do atletismo no Rio-2016 é acusado de abuso sexual

Queniano Conseslus Kipruto comparece a tribunal e paga fiança após denúncia de relação com menor de idade

Redação, Estadão Conteúdo

16 de novembro de 2020 | 14h14

Campeão olímpico dos 3.000 metros com obstáculos nos Jogos do Rio-2016, o queniano Conseslus Kipruto foi acusado de abuso sexual nesta segunda-feira, em seu país. Ele compareceu a um tribunal no Quênia, sob acusação de ter tido relação sexual com uma garota de 15 anos, mas foi liberado após pagar fiança.

Pelas leis quenianas, Kipruto foi denunciado num tribunal localizado na cidade de Kapsabet, pelo crime de "profanação", por ter tido relação sexual com alguém menor de 18 anos. Se condenado, o atleta poderá ficar preso por até 20 anos. Ele pagou fiança equivalente a US$ 1.800, ou cerca de R$ 9,8 mil.

O atleta de 25 anos, que também é policial, teria tido relações sexuais com a menina de 15 anos nos dias 20 e 21 de outubro. Kipruto chegou a ser detido no dia 11 deste mês. De acordo com a imprensa queniana, a garota deixou a casa de sua família sem avisar e esteve na casa de Kipruto por três dias.

O queniano é uma das referências dos 3.000 metros com obstáculos nos últimos anos. Além de ser campeão olímpico da prova, ele foi bicampeão mundial em 2017 e 2019. Neste ano, ainda não disputou nenhuma competição. O atleta desistiu da Diamond League, em agosto, após testar positivo para o novo coronavírus.

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