Canindé: mais 10 dias de reformas

Obras para garantir a segurança estão no fim; falta a arquibancada

Giuliander Carpes, O Estadao de S.Paulo

23 de fevereiro de 2008 | 00h00

Alarme de incêndio, alargamento e sinalização das saídas de emergência, além da regularização das instalações elétricas, de hidrantes e corrimãos. O Corpo de Bombeiros exigiu, a direção da Portuguesa foi obrigada a atender e o Estádio do Canindé ainda passa por reformas. Enquanto elas não acabarem, nada de jogos no local."Dentro de 10 dias as obras estarão completamente prontas", afirma o arquiteto José Manuel Moredo, vice-presidente administrativo da Portuguesa. Os alarmes de incêndio, hidrantes e mangueiras já estão instalados. Falta apenas concluir o alargamento das saídas de emergência e instalar todos os corrimãos nas escadas. Finalizadas as reformas, a burocracia ainda pode trazer dores de cabeça à diretoria da Lusa. É preciso agendar vistoria dos bombeiros e aguardar o laudo de liberação, que pode demorar alguns dias. Se os dirigentes não se apressarem, a Portuguesa corre risco de utilizar o Canindé apenas nos últimos dois jogos em que tem o mando de campo neste Campeonato Paulista, contra o Marília (em 16 de março) e Barueri (em 29 ou 30 de março). Ou nem isso.Mas pressa parece não fazer parte das preocupações dos cartolas. A Portuguesa também realiza obras de recuperação das arquibancadas, não pedidas pelo Corpo de Bombeiros. "Não se faz isso da noite para o dia. É ruim para o time, mas a gente tem de entender ", diz o presidente, Manuel da Lupa. Segundo ele, o clube já gastou mais de R$ 250 mil nas reformas do Canindé.Enquanto isso, a Lusa continuará mandando seus jogos pelo Paulista em São José dos Campos, no Estádio Martins Pereira. Na Copa do Brasil, o confronto com a Ulbra (RO) será no Estádio Marcelo Stéfani, em Bragança Paulista.

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