Caos aéreo custou R$ 400 mil para Maratona de Londres

Para qualidade da competição ser mantida, velocistas são levados à capital britânica em aviões particulares

AE, Agência Estado

22 de abril de 2010 | 11h13

Os organizadores da Maratona de Londres gastaram 150 mil libras (aproximadamente R$ 400 mil), a maioria para utilizar aviões privados, para levar os competidores à capital britânica, por conta do caos aéreo provocado pela erupção do vulcão Eyjafjallajoekull, na Islândia. A tradicional prova será realizada no domingo.

Para evitar que a Maratona de Londres fosse esvaziada, atletas, como o atual campeão Sammy Wanjiru, viajaram em voos fretados. O queniano, por exemplo, embarcou em um avião particular na cidade de Nairóbi. "Isso foi feito para mantermos a qualidade do evento", afirmou David Bedford, diretor da prova londrina.

O espaço aéreo britânico foi reaberto na noite de terça-feira, seis dias após a suspensão de voos devido à fumaça causada pela erupção de um vulcão.

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