Shizuo Kambayashi/AP
Shizuo Kambayashi/AP

Caratê tenta entrar no programa olímpico para os Jogos de 2020

Federação mundial da modalidade de luta promete empenho para fazer o esporte entrar na programação da Olimpíada de Tóquio

Estadão Conteúdo

08 de janeiro de 2015 | 10h09

A Federação Mundial de Caratê (WKF, na sigla em inglês) está fazendo o possível para que o esporte seja incluído no programa olímpico para os Jogos de 2020, em Tóquio. Algumas mudanças realizadas recentemente pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) deram esperanças aos dirigentes responsáveis pela modalidade, que se reunirão com os organizadores dos Jogos para tentar a inclusão para 2020, aproveitando a identificação japonesa com a arte marcial.

"Caratê é um esporte com raízes japonesas", declarou o presidente da WKF, Antonio Espinós, em coletiva nesta quinta-feira. "Junto com a Federação Japonesa de Caratê, estamos fazendo tudo que podemos para ter certeza de que o caratê será parte do programa olímpico para 2020."

A nova reforma do COI, chamada de Agenda Olímpica 2020, decidiu que o programa para Tóquio será definido pelo número de eventos, e não mais pelo número de esportes, o que permite que novas modalidades sejam incluídas. Além disso, a cidade sede poderá propor a inclusão de um ou mais eventos para a Olimpíada.

De acordo com a WKF, há mais de 100 milhões de praticantes de caratê pelo mundo. A modalidade tenta entrar nos Jogos depois de ver sua inclusão ser descartada para 2012 e 2016. Espinós explicou ainda que o esporte pode ser disputado nas instalações já previstas no programa para Tóquio e a competição pode acontecer em três dias, o que é um atrativo em meio a uma agenda apertada como a da Olimpíada.

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