Carpegiani dá puxão de orelha: proibido relaxar

Técnico não gostou do ''desinteresse'' da equipe diante do São Bernardo. Prega foco total na Ponte Preta, hoje, no Morumbi

Giuliander Carpes, O Estado de S.Paulo

22 de janeiro de 2011 | 00h00

O São Paulo ainda não sofreu nenhum gol no Campeonato Paulista, mas foi por pouco. O técnico Paulo César Carpegiani não gostou nenhum pouco do desinteresse mostrado pelo time no segundo tempo do jogo com o São Bernardo, quarta-feira, quando tinha 2 a 0 de vantagem no placar - a partida terminou em 3 a 0. Sua preocupação é evitar apatia contra a Ponte Preta, às 19h30, no Morumbi. O adversário vem de duas derrotas na competição.

"Não quero que minha equipe entre em campo relaxada nunca", afirma o treinador. "Se pudesse, optaria por fazer um segundo tempo sempre melhor que o primeiro, ao contrário do que apresentamos diante do São Bernardo. Gosto de terminar bem os jogos. Corremos risco que não podemos mais correr."

O técnico vai ser obrigado a fazer alterações na equipe que começou o último jogo. Ilsinho, um dos melhores em campo diante do São Bernardo, sentiu uma contratura muscular na coxa esquerda. O departamento médico não sabe quando voltará a ficar disponível. Carpegiani pretende utilizar o jogador somente quando ele tiver 100% de condições físicas. "Ele acabou se prejudicando na ânsia de mostrar serviço e conseguir seu espaço. Sente a lesão faz tempo, mas não quis parar", lamentou.

Fernandinho volta. Com a ausência de Ilsinho, a probabilidade de Fernandinho voltar à equipe aumentou. O jogador entrou no fim do jogo com o São Bernardo. Marcou um belo gol, que afastou a pressão adversária. "Nunca vou ter dúvidas na véspera de um jogo, mas vou deixar a escalação um pouco em aberto. Possivelmente o Fernandinho jogará", contou Carpegiani. Hoje Rogério Ceni completa 38 anos, a mesma idade de Rivaldo.

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