CAS rejeita reduzir pena de doping para turca buscar o bi olímpico nos 1.500m

A Corte Arbitral do Esporte (CAS, na sigla em inglês) rejeitou a apelação da fundista turca Asli Cakir Alptekin, que pleiteava a redução da sua suspensão por doping para poder competir nos Jogos Olímpicos do Rio. Ouro olímpico nos 1.500m, ela inicialmente foi suspensa por oito anos, mas teve a pena diminuída para quatro por ajudar nas investigações - fez uma espécie de delação premiada.

Agência Estado, Estadão Conteúdo

09 de julho de 2016 | 09h28

Alptekin foi suspensa pela Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF) em 10 de janeiro de 2013 e deveria ficar sem competir até o começo de 2021. Mas a Agência Mundial Antidoping (Wada) decidiu reduzir essa suspensão até 2017 entendendo que ela deu "ajuda substancial" nas investigações.

À época, a turca aceitou a pena. Agora, entretanto, recorreu à CAS para tentar participar do Campeonato Europeu, que está acontecendo em Amsterdã, e se classificar à Olimpíada. A Corte, entretanto, deu razão à IAAF e manteve a suspensão de quatro anos. A Wada comemorou a decisão.

Quando punida, Alptekin teve todos os seus resultados a partir de julho de 2010 cancelados e devolveu toda a premiação que arrecadou desde então. Entre os resultados anulados, está a conquista do outro olímpico em 2012.

Para a Wada, Alptekin manipulou seu sangue de forma irregular entre 29 de julho de 2010 e 17 de outubro de 2012. Ela foi investigada com base em valores anormais em seu sangue, diagnosticados em seu passaporte biológico.

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