Catar usa amistoso como marketing para receber Copa de 2022

A experiência do ano passado, de receber o jogo entre a seleção brasileira e a inglesa, só trouxe dividendos para o futebol do Catar. "Foi bom para todo mundo, a torcida, os nossos jovens, o futebol do país", disse Hamad Al Mannai, diretor do estádio Al Khalifa International. "Por isso nada mais lógico que recebermos outro grande clássico do futebol mundial, Seria muito bom se nossos meninos se inspirassem em Ronaldinho e Messi."

, O Estado de S.Paulo

17 de novembro de 2010 | 00h00

O evento, segundo o administrador do estádio, de gramado irretocável, será um sucesso a exemplo da partida entre Brasil e Inglaterra. "Os 49 mil ingressos já estão esgotados há duas semanas", diz Al Mannai. Receber grandes seleções faz também parte da estratégia do Catar para organizar a Copa de 2022 - a sede será anunciada dia 2 de dezembro. O embaixador do Catar no projeto é ninguém menos de Zinedine Zidane, atleta de origem árabe (argelino). Há quatro treinadores brasileiros trabalhando em equipes importantes do Catar, Paulo Autuori, Caio Júnior, Sebastião Lazaroni e Péricles Chamusca, que provavelmente estarão no estádio hoje.

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