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CBF promete pagar seguro de vida a todos atletas empregados no futebol brasileiro

Entidade pode assumir custos graças ao patrocínio de uma seguradora

Estadão Conteúdo

09 de março de 2016 | 18h35

Pouco mais de um mês após a morte do lateral-direito Cláudio Canavarros, do XV de Piracicaba, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) decidiu passar a arcar com o seguro de vida de todos os jogadores profissionais do País. Os atletas, porém, perdem o direito ao benefício caso fiquem desempregados ou se transfiram para o exterior.

De acordo com a CBF, cabe aos clubes a obrigação legal de arcar com o seguro de vida de todos seus atletas. A entidade, entretanto, diz que pode assumir o custo graças ao patrocínio de uma seguradora.

Ainda segundo a CBF, a apólice fornecerá cobertura por morte "por qualquer causa, invalidez permanente total ou parcial por acidente e invalidez funcional permanente ou total por doença". As coberturas são equivalentes ao salário do atleta, multiplicado por 12.

"A CBF vai desonerar as contas dos clubes. Isso vai favorecer principalmente os times menores. A economia vai variar de acordo com a folha salarial de cada equipe", explica Reynaldo Buzzoni, diretor de registro e transferências da CBF. Quase 10 mil jogadores tinham contrato profissional em janeiro.

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