CBH quer Nelson Pessoa como técnico

O maior cavaleiro brasileiro de todos os tempos - vencedor de 150 Grandes Prêmios na carreira - Nélson Pessoa, o Neco, pai de Rodrigo, só não será o técnico da seleção brasileira de hipismo em 2002 se não quiser. O convite a Neco será formalizado pelo presidente da Confederação Brasileira de Hipismo (CBH), Camillo Aschar Júnior, que em dezembro segue para Lygni, na Bélgica, onde mora Neco. "O técnico deve ser mesmo o Neco. Pelo menos, vou conversar com ele na Europa", confirmou o dirigente, na Sociedade Hípica Paulista, durante o Visa Indoor 2001, última prova seletiva da América do Sul para a Copa do Mundo, em Leipizig, Alemanha. A Copa, realizada anualmente, não deixa de ser importante - Rodrigo Pessoa é tricampeão -, mas, em 2002, os Jogos Eqüestres Mundiais, organizados a cada quatro anos, serão o evento principal. Rodrigo, campeão em Roma, em 98, tem vaga assegurada. Até o fim do mês, a CBH divulgará a relação das provas observatórias - no Brasil e no exterior - para a formação da equipe brasileira no Mundial de Jerez de la Frontera, em setembro, na Espanha. Os resultados serão analisados por uma comissão técnica. Desconfiança - O cavaleiro Luiz Felipe Azevedo, o Felipinho, que criticou a CBH por não incluir seu filho na equipe que foi a Aachen, acha que a entidade "está atrasada" na divulgação das observatórias. Disse que não "tem confiança" nos critérios. Para Vítor Alves Teixeira, "os concursos na Europa, são tão difíceis que a seleção será natural". Vítor, já classificado para a Copa do Mundo, venceu quinta-feira, com Cactus, a prova de 1,45 m no Visa Indoor. Nesta sexta-feira, Karina Johannpeter (Epsilon), ganhou a prova de 1,35 m, sem faltas (32s68), no desempate.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.