CBT nega pressão de Minas para convocar Guga

Não há dúvidas de que a presença do ex-número 1 do mundo e tricampeão de Roland Garros, Gustavo Kuerten, ajuda a promover bastante o confronto entre Brasil e Suécia pelo playoff da Copa Davis e aumente o interesse na procura de ingressos. Mesmo assim, o presidente da Confederação Brasileira de Tênis (CBT), Jorge Rosa, nega ter sofrido qualquer pressão do governo do Estado de Minas - que viabilizou o evento em Belo Horizonte - para convocar Guga. O dirigente lembrou que a participação de Kuerten já estava definida, seja jogando ou apenas acompanhando a preparação do time, como o próprio tenista havia anunciado. ?A convocação do Guga só foi definida depois dele ter sido liberado pelos médicos para jogar?, afirmou Rosa. ?A CBT não está separada da equipe e, por isso, é grande a expectativa para que ele jogue?. A escolha de Belo Horizonte como sede deste confronto, seguiu o mesmo critério da definição de Joinville, no ano passado, no confronto contra as Antilhas Holandesas. ?Os jogos da Davis estão indo para lugares que viabilizem a organização, com cotas de patrocínios e apoios locais?, disse Rosa. Para o técnico Fernando Meligeni a convocação de Guga não há nada de ?marketing?. ?Só fui chamá-lo depois de ir pessoalmente a Florianópolis e observar seus treinamentos. Estamos em Belo Horizonte num clima descontraído, com todos unidos na busca de uma vitória?, afirmou. O treinador não aceita a idéia de que há uma divisão no time, especialmente em função de o atual número 1 do Brasil, Tiago Alves, não ter sido já anunciado como titular. ?Sempre digo que se a classificação da ATP servir para definir os titulares do time da Davis, não seria necessário um técnico.?

Agencia Estado,

18 Setembro 2006 | 19h19

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