Cerimônia de abertura dos Jogos Sul-Americanos agrada com efeitos de luzes

Festa contou com poucos recursos tecnológicos, mas animados chilenos fizeram festa com o show de cores

Nathalia Garcia, enviada especial, O Estado de S. Paulo

08 de março de 2014 | 00h00

SANTIAGO - Sem muitos recursos tecnológicos, a cerimônia de abertura dos Jogos Sul-Americanos apostou em efeitos de iluminação e em cenários projetados no centro do Estádio Nacional de Santiago, no Chile. E ainda contou com a boa receptividade do animado público chileno.

Após o hino nacional, as 14 delegações participantes desfilaram pelo estádio. O Brasil teve o ginasta Arthur Zanetti como porta-bandeira, os atletas do Equador acenaram aos presentes com seus chapéus e a pequena equipe do Suriname ganhou apoio das arquibancadas. Com o tema “nossas raízes”, o evento narrou a história do país anfitrião, com ênfase para os seus aspectos culturais. “Um povo que se compreende como parte da terra que habita.” Foram com essas palavras que se denominaram.

Pulseiras coloridas usadas pelo público encheram de luz as arquibancadas durante uma apresentação musical, que sucedeu performances teatrais e danças. Na sequência, Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e da Organização Desportiva Sul-Americana (Odesur), discursou e passou a palavra ao presidente Sebastián Piñera, que exaltou o Esporte.

O tradicional acendimento da pira foi feito pelo ex-atleta Nicolás Massu. E, com um show de fogos, os Jogos Sul-Americanos foram oficialmente abertos.

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