Cerimônia de abertura exalta as 8 seleções participantes

2,8 mil voluntários participaram da cerimônia de abertura

ALMIR LEITE - ENVIADO ESPECIAL, Agência Estado

15 de junho de 2013 | 15h09

BRASÍLIA - A Copa das Confederações teve uma cerimônia de abertura simples e bonita, na tarde deste sábado, no Estádio Nacional de Brasília. Criada pelo celebrado carnavalesco Paulo Barros, a festa exaltou as oito seleções participantes da competição e durou cerca de 15 minutos, antes do jogo entre Brasil e Japão, marcado para começar às 16 horas.

Com a participação de 2,8 mil voluntários, a cerimônia de abertura começou 1 hora e 30 minutos antes do jogo. Famoso pelos desfiles ousados e grandiosos da escola Unidos da Tijuca no carnaval do Rio, Paulo Barros não usou pirotecnia na festa deste sábado. Optou por danças, mosaicos e coreografias especiais para apresentar o torneio.

Paulo Barros revelou também preocupação de não estragar o gramado antes do jogo - por isso mesmo, uma manta protetora foi colocada no campo para a cerimônia de abertura. A festa começou com um grande mosaico humano, que formava palavras em português e inglês, passando principalmente a seguinte mensagem: "O sonho começa agora".

Inicialmente os dançarinos criaram várias figuras em forma de bola e formaram várias palavras, em português e ingl~es, para dar boas-vindas aos torcedores e amantes do futebol em geral. "Bem-vindos, Brasil 2013, o sonho começa agora'', foi a mensagem,

seguida de uma contagem regressiva.

Na segunda partida, bailarinos representando as várias regiões do País fizeram um mapa do Brasil, em que as seis cidades tomavam conta do território e dançarinas com trajes de baiana, na cor azul, simulavam o litoral brasileiro. Em seguida, as oito nações participantes da Copa das Confederações foram homenageadas com caracterizações que lembravam suas culturas.

O espetáculo terminou, sobre aplausos entusiasmados do público, com a formação de um campo de futebol de "palmeiras'' com a simulação de um jogo de futebol em que bonecos, surgidos no meio da folhagem tocavam a bola até a marcação de um gol. A bandeira da Copa das Confederações, cobrindo os bailarinos, encerrou a cerimônia.

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