Jae C. Hong/AP
Jae C. Hong/AP

Chama olímpica será exposta em museu de Tóquio a partir de setembro

Símbolo dos Jogos ficará em exposição por dois meses e o local receberá público com limitação

Redação, Estadão Conteúdo

24 de agosto de 2020 | 10h14

A chama olímpica será exposta no Museu Olímpico do Japão, próximo ao novo estádio Olímpico de Tóquio, a partir do dia 1.° de setembro por dois meses, até 1.º de novembro. A informação foi revelada nesta segunda-feira em um comunicado oficial do Comitê Organizador dos Jogos de Tóquio-2020, adiados para 2021 por conta da pandemia do novo coronavírus.

Guardada em um local seguro e desconhecido, a chama havia sido removida em março da exibição pública como medida de prevenção contra a covid-19. Ela estava na cidade de Fukushima, no norte do Japão, para o início do revezamento da tocha. O Museu Olímpico do Japão reúne ainda as três piras olímpicas dos Jogos realizados no país: Tóquio-1964, Sapporo-1972 e Nagano-1998, estes dois últimos edições de inverno.

O Museu Olímpico Japonês receberá a exposição com limitação de público - até 60 pessoas, por no máximo 30 minutos - e reserva de vagas, com hora marcada. Também será montado um caminho de via única para evitar que os visitantes fiquem aglomerados em frente à peça. Será possível apenas vê-la em trânsito.

Os organizadores e o Comitê Olímpico do Japão (JOC, na sigla em inglês) ainda não esclareceram o que será feito com a chama olímpica após os dois meses de exposição. Também é esperado que ocorra um revezamento da tocha olímpica, passando por diversas regiões do país. Se os planos originais forem mantidos, a passagem do fogo olímpico deverá durar 121 dias.

Os Jogos Olímpicos de Tóquio-2020 foram remarcados para acontecer entre os dias 23 de julho e 8 de agosto de 2021, enquanto que os Jogos Paralímpicos iniciarão no dia 24 de agosto e terão seu encerramento em 5 de setembro.

Tudo o que sabemos sobre:
Olimpíada 2020 Tóquio

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.