Satiro Sodre/Agif/Divulgação
Satiro Sodre/Agif/Divulgação

Chefe da natação diz que Brasil nunca esteve tão bem

Para Ricardo de Moura, atletas da equipe de Cesar Cielo têm reais chances de medalha

Agência Estado,

23 de julho de 2012 | 14h29

Chefe da equipe de natação do Brasil, Ricardo de Moura avaliou que os competidores do País nunca estiveram tão bem preparados para a disputa de uma edição dos Jogos Olímpicos. Nesta segunda, 23, o dirigente afirmou que Cesar Cielo, Felipe França e Thiago Pereira têm chances reais de conquistar medalhas e apontou Bruno Fratus como uma possível surpresa em Londres.

 

"Teoricamente é a melhor seleção brasileira de todos os tempos. Mas eu gosto da prática. Você faz uma análise e vê que o Brasil tem vários atletas entre os dez melhores do mundo. Mas a geração nova vai acontecer, e com ela virão várias surpresas. Temos expectativas. Bruno Fratus é uma delas", disse Ricardo de Moura.

 

Para o dirigente, Cielo, atual campeão olímpico dos 50 metros, pode repetir o feito em Londres e quebrar o recorde mundial da prova. "César se preparou para isso, tem a postura de um campeão olímpico e o desafio é fonte de vida para ele. Mas os Jogos têm um foco maior na conquista do pódio do que do recorde", afirmou.

 

De acordo com Ricardo de Moura, detalhes da preparação da natação brasileira podem ser decisivos em um cenário de provas definidas apenas por centésimos de segundo. "Hoje, o biótipo dos nossos nadadores é de nível internacional, especialmente no masculino", afirmou, em referência à altura, envergadura e massa muscular dos atletas. "Isso é fruto de um trabalho de investigação que estamos realizando desde 2008. O atleta ganhou a prova, mas teve a pior saída entre os finalistas. Por quê? Vamos descobrir e corrigir", completou.

 

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